quarta-feira, 4 de março de 2009

Biologia do Beijo

Existe uma explicação científica para o beijo que proporciona sensações tão agradáveis. Através dele, o ser humano libera seus neurotransmissores - substâncias químicas que transmitem mensagens ao corpo - provocando um estado de leveza física e emocional. Quando duas pessoas se beijam, a hipófise, o tálamo e o hipotálamo trabalham juntos na liberação dessas substâncias. Ocorre assim a "química do beijo", que exige um preparo, um tempero entre o casal, sem os quais os neurotransmissores cerebrais não funcionam.
Quando alguém se apaixona seu organismo é atacado por várias substâncias, dentre elas a feniletilamina. Uma simples troca de olhar, um aperto de mão ou beijo apaixonado podem desencadear a produção de feniletilamina. Há mais de 100 anos que cientistas conhecem esta substância, mas só recentemente é que os doutores Donald F. Klein e Michel Lebowitz, do Instituto Psiquiátrico Estadual de Nova Iorque descobriram a relação entre feniletilamina e o amor. Eles sugeriram que o cérebro de uma pessoa apaixonada contém grandes quantidades de feniletilamina, e que esta substância poderia ser a responsável, em grande parte, pelas sensações e modificações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonados.
A dopamina também é um importante neurotransmissor que guarda relação coma emoção amorosa. A euforia, a insônia, a perda de apetite, o pensamento obsessivo de quem ama, estão diretamente relacionados com os níveis de dopamina. A dopamina também, de alguma forma, está relacionada com as endorfinas (que são morfinas naturais fabricadas pelo cérebro). Elas são as drogas do prazer, seja ele o prazer sexual ou o prazer da relação amorosa.
O beijo também está relacionado com os nossos sentidos. Durante o beijo visualizamos a pessoa amada mais de perto, sentimos o seu cheiro, sentimos o seu gosto e tocamos uma das partes mais sensíveis do nosso corpo: os lábios.
Durante um beijo são mobilizados 29 músculos, sendo 17 linguais. Os batimentos cardíacos podem aumentar de 70 para 150, melhorando a oxigenação do sangue, o que mostra que o beijo tem também benefícios para o coração.
Mas há um detalhe! No beijo há uma considerável troca de substâncias: 9 miligramas de água; 0,7 decigramas de albumina; 0,8 miligramas de matérias gordurosas; 0,5 miligramas de sais minerais. Sem falar em outras 18 substâncias orgânicas: cerca de 250 bactérias e uma grande quantidade de vírus.
Mas não se assuste com esses números pois o beijo é ótimo. Além disso, o beijo gasta calorias. Acredita-se que um beijo caprichado consuma cerca de 12 calorias.
É verdade que tudo isso acontece, mas não podemos dizer que o amor pode ser explicado, somente através de equações químicas e liberação de substâncias.

*Texto enviado por e-mail.

Software livre a serviço da conservação da biodiversidade

CI lança software livre a serviço da conservação da biodiversidadeNo mês de janeiro, a Conservação Internacional lançou para a comunidade científica o programa de computador “Croizat”, um novo aliado tecnológico para a identificação de áreas prioritárias a partir da análise da distribuição das espécies. O software é uma ferramenta especialmente projetada para análises de dados de distribuição geográfica de espécies e possibilita estudos quantitativos em panbiogeografia, uma das principais linhas de pesquisa da biogeografia, que é o estudo da distribuição dos seres vivos no planeta. O programa está disponível gratuitamente em
http://panbiog.infobio.net/croizat.

Rua Gonçalo de Carvalho - Porto Alegre

Primeira rua declarada Patrimônio Ambiental de Porto Alegre.
Um exemplo para o mundo...

http://goncalodecarvalho.blogspot.com/2007/06/patrimnio-ambiental-com-placa-e-tudo.html

sexta-feira, 25 de julho de 2008

NOTÍCIA - Mudanças climáticas já afetam a pesca mundial

FAO adverte impactos das mudanças climáticas sobre a pesca

New York, E.U.A. - mudanças de temperatura provocado pelas alterações climáticas terão um forte impacto sobre as pescas e da aquicultura, relatou na quinta-feira a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).
O FAO realizou uma reunião nesta semana em Roma sobre o tema, que pretende traçar uma imagem detalhada dos desafios que irão enfrentar a pesca marinha e os milhões que dela dependem para a sua renda e de alimento. Na reunião participaram cerca de 200 especialistas e autoridades políticas da pesca em todo o mundo.
De acordo com este organismo, ao contrário de espécies terrestres, aquáticos variar o seu corpo, dependendo da temperatura ambiente. Qualquer mudança na temperatura do seu habitat afeta seu metabolismo, afetando o seu crescimento, produtividade, de reprodução e de sensibilidade para doenças sazonais e toxinas.
Além disso, a agência observou que já sentiu os efeitos das alterações climáticas. O Atlântico mostra sinais claros de aquecimento de águas profundas e que tenham sido observadas alterações na distribuição de pescado. A água morna espécies estão se movendo em direção ao pólo. Além disso, há alterações na salinidade dos oceanos devido ao degelo e aumentou chuva.
O FAO salientou que o peixe é um dos produtos alimentares mais comercializados em todo o mundo e que cerca de 42 milhões de pessoas estão diretamente empregados no setor da pesca, principalmente nos países em desenvolvimento.

Fonte: ONU Brasil (espanhol).