NUSA DUA, Indonésia (AFP) - A Califórnia emite mais gases causadores do efeito estufa (GES) do que o Brasil inteiro, país com população 5 vezes maior do que a do estado americano, assinala uma ONG americana em um relatório apresentado nesta quinta-feira, durante a conferência de Bali sobre o clima. Em situação semelhante, o estado americano de Michigan polui mais que a Nigéria, país mais populoso da África e com população 16 vezes maior. "Individualmente, 42 Estados americanos emitem mais gases causadores do efeito estufa do que 100 países em desenvolvimento juntos", anunciou a Nationat Environment Trust (NET) em seu estudo intitulado "Assumindo a responsabilidade". É o caso também do Texas, com 696 milhões de toneladas de CO2 por 23,7 milhões de habitantes, com poluição idêntica à do Reino Unido. Este estado americano, sozinho, emite mais poluentes do que 116 países em desenvolvimento juntos com mais de um bilhão de indivíduos. O relatório, no entanto, traz também uma boa notícia: 17 estados americanos atualmente - representantes de 31% das emissões americanas e 45% da população - adotaram objetivos de redução e muitos outros fixaram reduções por setor de atividade, "lançando as bases de uma futura política nacional" de luta contra o aquecimento climático. A NET lembrou que de 1750 a 2005, os Estados Unidos e outras nações industrializadas, dentre as quais algumas da Europa, o Japão, o Canadá e a Rússia, foram responsáveis por mais de 73% das emissões de GES acumulados pelo uso de energias fósseis. No mesmo período, a China - hoje em dia a um passo de se tornar a maior poluidora do planeta - emitiu apenas 7,8% dos GES pelas energias fósseis.
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sexta-feira, 6 de junho de 2008
Células-tronco derivadas da pele curam anemia em ratos
WASHINGTON (AFP) - Pesquisadores americanos conseguiram curar ratos com drepanocitose graças a células-tronco produzidas a partir de células da pele reprogramadas, revela um estudo publicado pela revista Science que estará nas bancas neste 7 de dezembro. Jacob Hannah e sua equipe do Instituto Whitehead para Pesquisa Biomédica, de Cambridge, Massachusetts, utilizaram células reprogramadas próximas ao estado embrionário, também chamadas de células-tronco induzidas, que foram reintroduzidas no sangue de ratos com drepanocitose. As células reprogramadas geraram células sanguíneas saudáveis e os sintomas da doença diminuíram significativamente, assinalaram os cientistas. Esta nova técnica poderá permitir aos médicos criar células-tronco com um código genético específico de um paciente, eliminando os riscos de rejeição, e fazer avançar rapidamente as pesquisas para o tratamento do câncer, Alzheimer, Parkinson, diabetes e artrite, entre outras doenças, por que os pesquisadores terão muito mais acesso às células-tronco. As células-tronco são vistas como uma possível solução para várias doenças por que permitem o desenvolvimento de quase 220 tipos de células do corpo humano. Mas o acesso às células-tronco nos Estados Unidos - inclusive para pesquisa - tem sido limitado por questões éticas em torno do uso de embriões humanos e clonagem humana. As células-tronco derivadas de embriões também apresentam risco de rejeição por parte dos pacientes.
Abacate e saúde da boca
Certos nutrientes encontrados nos abacates teriam propriedades que auxiliariam na prevenção do câncer oral. O estudo foi feito por cientistas americanos e publicado na revista científica Seminars in Cancer Biolog. A pesquisa revelou que substâncias extraídas da fruta inibem as células cancerígenas. Segundo os pesquisadores, o abacate possui certas substâncias fitoquímicas que aumentam a quantidade de oxigênio reativo, levando as células doentes à morte e mantendo as outras saudáveis. Mas eles alertam que os estudos estão numa fase inicial e que mais pesquisas devem ser feitas para garantir a confirmação destas propriedades dos abacates.

Por Marco de Cardoso
YAHOO Notícias - Ciência e Saúde
YAHOO Notícias - Ciência e Saúde
ADVERTÊNCIA: ÁLCOOL DEMAIS FAZ MAL À SAÚDE
Beber, beber e beber. Seja em uma festa ou no happy hour do meio da semana, cervejinha, caipirinha e uísque fazem parte dos pedidos de muita gente, sem restrições de faixa etária. Não há mal nenhum em desfrutar deste prazer, mas o problema está no abuso dele. O uso constante e em excesso de bebidas alcoólicas podem desencadear em algumas doenças que atingem o fígado principalmente. Este é particularmente vulnerável aos efeitos do álcool porque é o órgão onde ele e outras toxinas são metabolizadas, sendo transformadas em substâncias menos perigosas para serem removidas do corpo. A esteatose hepática é a primeira integrante desta lista, caracterizada pelo acúmulo de pequenas bolsas de gordura no tecido do fígado, levando a um aumento do volume do órgão. Os efeitos do álcool podem ainda provocar uma hepatite alcoólica, que significa inflamação do fígado, com direito a fraqueza, febre, perda de peso, náuseas, vômitos, dor abdominal (sobre a área do fígado) e icterícia (amarelamento da pele). Trata-se de uma doença que pode levar à morte. Mais de 70% das pessoas com hepatite alcoólica desenvolvem cirrose. A cirrose, no entanto, é o dano mais grave, irreversível. Com essa doença, o tecido saudável do fígado dá lugar a um tecido cicatricial e o órgão vai parando de funcionar progressivamente, ou seja, o fígado pára de realizar suas funções vitais e, quando chega ao estágio final, a única solução é o transplante.
A ultrassonografia e exames de sangue são capazes de visualizar a presença de esteatose ou cirrose hepática. Mas a biópsia hepática é o exame mais específico para saber o grau de comprometimento e determinar a causa dessas doenças. Algumas destas condições podem ser contornadas por medicações, dietas e procedimentos especializados. Embora a melhor maneira seja o controle da ingestão de bebidas.
Equipe Bem Star
Fonte: YAHOO Notícias - Ciência e Saúde
Equipe Bem StarFonte: YAHOO Notícias - Ciência e Saúde
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Um garoto iraquiano bebe água de um cano que passa sobre um trecho de esgoto aberto na cidade de Fdailiyah, no Iraque. Muitas regiões próximas à cidade de Bagdá são carentes de infra-estrutura para fornecer energia elétrica e água potável aos moradores. As autoridades temem que haja um surto de cólera em Bagdá e nas proximidades.
Fonte: Yahoo Notícias
AUSTRALIANOS BEBERÃO ESGOTO RECICLADO!!!
Um dia isso chegará ao Brasil, vamos economizar que tem gente passando sede - Acreditem!
A população do Estado australiano de Queensland vai começar em breve a beber água contendo esgoto reciclado, advertiu o líder do governo, Peter Beattie. Ele disse que cancelou um referendo programado sobre o assunto, porque não existe mais uma alternativa e também advertiu que outros Estados da Austrália terão, eventualmente, que fazer o mesmo. O país vive atualmente a sua mais grave estiagem já registrada. O primeiro-ministro australiano, John Howard, declarou que a segurança do fornecimento de água é o maior desafio que a Austrália enfrenta, e anunciou um pacote no valor equivalente a US$ 7 bilhões para lidar com o problema. Beattie, que é do principal partido de oposição ao governo, o Trabalhista, disse que a redução dos níveis de água deixou sua administração sem opção além da de introduzir água reciclada no sudeste de Queensland, começando no ano que vem. "Sem chuva, nós não temos escolha", afirmou à rádio ABC. "Estas são decisões desagradáveis, mas ou você bebe água ou morre. Não há escolha. É ouro líquido, é uma questão de vida ou morte", disse Beattie.
A prática de beber água reciclada - que já é empregada em países como Estados Unidos, Grã-Bretanha e Cingapura, não tem apoio amplo na Austrália.
Howard apoiou as declarações de Beattie, dizendo a uma emissora de rádio de Sydney: "Eu defendo a reciclagem há muito tempo (...) Eu sou fortemente favorável à reciclagem, Beattie está certo". Mas Mike Rann, líder do governo da Austrália Meridional, e Morris Iemma, líder do governo de Nova Gales do Sul, rejeitaram o plano - e Rann descartou o uso de esgoto reciclado para qualquer uso exceto irrigação.
Malcolm Turnbull, o novo ministro para Meio Ambiente e Recursos Hídricos, pediu a outros Estados que tenham uma mente mais aberta sobre a questão. "Não descarte a dessalinização porque é cara, ou a reciclagem porque soa nojenta, ou a construção de uma represa", disse Turnbull à mídia australiana. "Coloque tudo na mesa, analise todos os custos econômicos, ambientais e financeiros e depois tome a decisão".
Sistema fluvial
Em antecipação a uma eleição no próximo ano, Howard e sua administração federal tem mostrado empenho na busca de soluções para problemas ambientais. Howard anunciou na semana passada que o governo federal quer assumir o controle do sistema fluvial Murray-Darling - a fonte de água mais preciosa do país, responsável pela irrigação da maior parte das terras cultivadas da Austrália. O plano controvertido seria a maior reforma do gerenciamento dos recursos hídricos da história do país. Os quatro governos estaduais que o gerenciam são atualmente controlados pelo Partido Trabalhista, de oposição, que argumentou que as novas propostas representam um uso de poder "inaceitável" por parte do primeiro-ministro.
A população do Estado australiano de Queensland vai começar em breve a beber água contendo esgoto reciclado, advertiu o líder do governo, Peter Beattie. Ele disse que cancelou um referendo programado sobre o assunto, porque não existe mais uma alternativa e também advertiu que outros Estados da Austrália terão, eventualmente, que fazer o mesmo. O país vive atualmente a sua mais grave estiagem já registrada. O primeiro-ministro australiano, John Howard, declarou que a segurança do fornecimento de água é o maior desafio que a Austrália enfrenta, e anunciou um pacote no valor equivalente a US$ 7 bilhões para lidar com o problema. Beattie, que é do principal partido de oposição ao governo, o Trabalhista, disse que a redução dos níveis de água deixou sua administração sem opção além da de introduzir água reciclada no sudeste de Queensland, começando no ano que vem. "Sem chuva, nós não temos escolha", afirmou à rádio ABC. "Estas são decisões desagradáveis, mas ou você bebe água ou morre. Não há escolha. É ouro líquido, é uma questão de vida ou morte", disse Beattie.
A prática de beber água reciclada - que já é empregada em países como Estados Unidos, Grã-Bretanha e Cingapura, não tem apoio amplo na Austrália.
Howard apoiou as declarações de Beattie, dizendo a uma emissora de rádio de Sydney: "Eu defendo a reciclagem há muito tempo (...) Eu sou fortemente favorável à reciclagem, Beattie está certo". Mas Mike Rann, líder do governo da Austrália Meridional, e Morris Iemma, líder do governo de Nova Gales do Sul, rejeitaram o plano - e Rann descartou o uso de esgoto reciclado para qualquer uso exceto irrigação.
Malcolm Turnbull, o novo ministro para Meio Ambiente e Recursos Hídricos, pediu a outros Estados que tenham uma mente mais aberta sobre a questão. "Não descarte a dessalinização porque é cara, ou a reciclagem porque soa nojenta, ou a construção de uma represa", disse Turnbull à mídia australiana. "Coloque tudo na mesa, analise todos os custos econômicos, ambientais e financeiros e depois tome a decisão".
Sistema fluvial
Em antecipação a uma eleição no próximo ano, Howard e sua administração federal tem mostrado empenho na busca de soluções para problemas ambientais. Howard anunciou na semana passada que o governo federal quer assumir o controle do sistema fluvial Murray-Darling - a fonte de água mais preciosa do país, responsável pela irrigação da maior parte das terras cultivadas da Austrália. O plano controvertido seria a maior reforma do gerenciamento dos recursos hídricos da história do país. Os quatro governos estaduais que o gerenciam são atualmente controlados pelo Partido Trabalhista, de oposição, que argumentou que as novas propostas representam um uso de poder "inaceitável" por parte do primeiro-ministro.
ESPECIAL: MEIO AMBIENTE EM FOCO
Pelos filhos e pelo meio ambiente
Divórcio aumenta uso de recursos naturais e contribui para aquecimento global, mostra estudo.
Thaís Fernandes
Ciência Hoje On-line 03/12/2007
http://cienciahoje.uol.com.br/107295
Divórcio aumenta uso de recursos naturais e contribui para aquecimento global, mostra estudo.
Thaís Fernandes
Ciência Hoje On-line 03/12/2007
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